Se você descobriu um grau na vista e precisa usar óculos ou lentes de contato para enxergar bem, é provável que já tenha ouvido falar na possibilidade de fazer uma cirurgia a laser – a chamada cirurgia refrativa – que resolve o problema de vez.
Como esse procedimento é muito procurado, reúne diversos benefícios e ainda gera dúvidas nos pacientes, nós do IOSG preparamos esse artigo com um resumo de tudo que você precisa saber a partir de agora. Leia todos os detalhes até o final para tirar as dúvidas e descobrir se a cirurgia de grau é uma boa opção para o seu caso.
O QUE É UMA CIRURGIA REFRATIVA?
Conforme já adiantamos brevemente, a cirurgia refrativa é um tratamento indicado para corrigir os erros refrativos, ou seja, os graus de miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia.
Seja para quem tem dificuldade de enxergar de perto ou para quem não vê bem de longe, operar pode ser uma alternativa interessante para devolver a boa visão, a qualidade de vida e a liberdade nas atividades do cotidiano, uma vez que elimina a necessidade de usar acessórios.
COMO A CIRURGIA DE GRAU É FEITA?
Hoje em dia, a cirurgia refrativa é feita de duas formas: pela técnica PRK (PhotoRefractive Keratectomy) ou pela LASIK (Laser-assisted In Situ Keratomileusis).
Em geral, cada uma dessas opções se mostra mais adequada para um perfil de paciente. Enquanto a PRK é mais adequada para quem tem córneas mais finais e graus mais altos, a LASIK funciona melhor para córneas grossas e graus mais baixos. A escolha, é claro, depende dos exames pré-operatórios.
Outra diferença importante entre as duas cirurgias está na forma como o processo de correção acontece. Na PRK, o oftalmologista remove uma camada bem fina de células da superfície da córnea, enquanto na LASIK ele apenas levanta uma pequena aba a ser reposicionada no final. Feitas essas duas etapas, o profissional aplica um laser calculado por computador para “esculpir” a córnea e compensar todas as deformações que estão atrapalhando a visão.
Antes de entrar nos demais pontos positivos, vale a pena ressaltar que tudo é feito com anestesia local. Isso significa que o médico pinga gotas de colírio anestésico e o paciente não sente qualquer tipo de dor.
QUAIS OS BENEFÍCIOS DESSE PROCEDIMENTO?
Se você está se perguntando por que esse procedimento vem ganhando tanto espaço, aqui estão alguns motivos:
– É rápida, pois dura menos de 30 minutos por olho operado;
– Não requer internação, já que tudo é feito na própria clínica;
– A alta ocorre no mesmo dia, logo após o procedimento;
– A cirurgia é extremamente segura;
– Todos os cálculos do laser são personalizados e aplicados de acordo com a necessidade única do paciente;
– Em geral, a recuperação tende a ser tranquila e não atrapalha a rotina do paciente;
– Muitas vezes, é possível tratar diferentes graus no mesmo procedimento (Exemplo: miopia e astigmatismo);
– Na grande maioria dos casos, o paciente não precisa mais usar óculos e lentes para enxergar bem.
QUEM PODE OPERAR O GRAU?
A recomendação exata de uma cirurgia refrativa sempre dependerá da avaliação criteriosa de um oftalmologista, o que envolve não só uma conversa aberta, como também a realização de exames oculares com dilatação da pupila.
De modo geral, podem operar aqueles que:
– Tenham mais de 21 anos;
– Apresentem um grau estável por pelo menos 1 ano;
– Não tenham diagnóstico prévio de doenças oculares como ceratocone, infecções, glaucoma e catarata.
Além disso, é importante ressaltar que gravidez, diabetes, hipertensão, doenças autoimunes e uso frequente de medicamentos imunossupressores são pontos de atenção que exigem um cuidado extra por parte do oftalmologista. Dependendo do caso, eles podem contraindicar a cirurgia.
A CIRURGIA DE GRAU É ARRISCADA?
Todo procedimento cirúrgico possui riscos, por mais controlado e evoluído que seja. Com a refrativa não é diferente.
Em algumas situações, o paciente operado pode notar sintomas de olho seco, visão dupla, visão embaçada e maior sensibilidade à luz. Via de regra, esses efeitos desaparecem pouco tempo após a cirurgia e não costumam atrapalhar o dia a dia.
COMO É O PÓS-OPERATÓRIO?
Com a realização correta dos exames, a escolha de um bom cirurgião e a adoção de bons hábitos, a recuperação da cirurgia de grau tende a ser tranquila.
Dependendo da técnica, o oftalmologista pode aplicar uma lente terapêutica sobre o olho operado para facilitar a cicatrização. É dever do paciente não mexer nessa lente e trocá-la apenas com orientação médica.
Além disso, é comum que o paciente tome anti-inflamatórios e/ou antibióticos nos primeiros dias após operar. É importante não mudar a dose e nem trocar o medicamento por conta própria.
Não há grandes ressalvas quanto às atividades do dia a dia. É possível voltar à rotina em poucos dias, evitando apenas as atividades que coloquem os olhos em risco iminente de trauma.
Caso ainda tenha dúvidas sobre a cirurgia de grau e queira entender melhor como ela funciona, lembre-se que nossos especialistas estão à sua disposição. Temos uma equipe altamente qualificada, equipamentos de ponta e mais de 40 anos de experiência em cuidado com a saúde dos olhos. Fale conosco pelo (34) 3214-3033 e agende um horário.
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